terça-feira, 21 de dezembro de 2010

Sol

Ele é o antigo operário.
Alma da obra divina.
Ele me faz Seu sacrário
nos mistérios da matina.

Centro de toda a dança.
Luz para tudo que eu sei.
Força que a mim se lança.
Dos reis, é Ele o Rei.

As cores são crias suas,
vivem e morrem arrebol.
Eu sou, nas veredas nuas,
eterno filho do Sol.
___
Em honra dos Antigos em data festiva e sacra.

3 comentários:

Lana, Pequena e Nana. disse...

Você é simplesmente incrível!
Não há dúvidas que seja um "eterno filho do Sol".
Que essa luz sempre esteja contigo, meu amigo!
Um grande beijo,
Pequena!

Erica Telles disse...

"...e eu aprendi* os mistérios secretos do sol...a esperança do sol poente e a paz do sol nascente..."
(Carga de Arádia)

obs.: onde se lê: eu aprendi, leia-se: nós aprendemos!

lindo poema! que os ancestrais abençoem sempre seu caminho com muita sabedoria para que a intuição seja sempre renovada a cada ciclo!
abençoados sejamos!

Mai ۞ disse...

Que lindo, me trouxe sorrisos solares, brilhante, admiro essa sensibilidade,e certamente vem dessa ligação com o Astro Rei,gostei bastaaannte desse poema viu, o Sol também me tens como grande admiradora e confidente, Luz e Força sempre amigo!

Beijos Beijos

Mai :)